Veja 13 erros no relacionamento que você pode estar cometendo e que afastam a pessoa amada.

Você se pergunta por que os homens sempre se afastam de você? Quando acontece de estar intensamente envolvida em uma relação que segue aparentemente bem e, de repente, o seu companheiro começa a se distanciar e se mostra desinteressado.

E quando você percebe que existe um padrão entre todos os seus relacionamentos frustrados? “Há algo de errado comigo?” ou “será que eu só atraio o homem errado?”, pois saiba que, na grande maioria dos casos, existem explicações bastante lógicas para esses comportamentos – e em boa parte deles, a responsabilidade também é sua.

Então a resposta é “não, você não tem um dedo podre para os homens” – seria muito mais fácil culpar o outro ou simplesmente aceitar que está fadada a sofrer por amor.

E não se sinta ofendida. Perceba como acabo de lhe dar uma ótima notícia. Se este é seu caso, o poder de quebrar este ciclo está em suas mãos. Assumindo determinado grau de responsabilidade sobre uma relação, temos mais facilidade em identificar o que afeta um casal, fugir das “armadilhas” psicológicas e emocionais, além de prever quando uma pessoa não nos fará bem.

A partir de agora, nós vamos apontar todos os “erros no relacionamento” que podem ser cometidos por qualquer pessoa em um relacionamento – não necessariamente você. Com essas dicas, nossa mente fica mais propensa a enxergar as atitudes que podem estar “envenenando” o convívio e, assim, ganhamos um certo controle sobre os rumos da nossa vida amorosa.

Erros no relacionamento

1. Desespero

A ansiedade nunca foi uma aliada para quem deseja estar – ou entrar – em um relacionamento saudável. Passar muito tempo falando de planos que pertencem a um futuro distante ou envolver o companheiro em projetos pessoais sem consultá-lo soam a “desespero”.

Mesmo que – até certo ponto – seja bacana planejar algo juntos, quando você começa a viver através daqueles sonhos, passa uma imagem de carência. O seu parceiro também pode associá-la a uma pessoa que não consegue viver o presente, “mandona”, que não liga para ele ou que sua vida gira somente em torno de relacionamentos.

Dica: vá com calma! Respeite o espaço do outro, consulte-o antes de contar com a presença dele em todos os compromissos sociais da sua agenda – lembre que ele também tem uma vida e um círculo de amigos só dele, tente deixar para compartilhar seus sonhos de um futuro com ele para quando o relacionamento estiver mais firme e vocês já tiverem trocado algumas declarações.

Por fim, nunca deixe sua vida de lado para se dedicar exclusivamente a uma pessoa. Mantenha seus projetos pessoais e distribua bem o seu tempo entre todos que fazem parte da sua vida, principalmente você mesma – tire algum espaço na agenda para curtir programas sozinha e se cuidar.

2. Muito ciumenta

O ciúme em excesso só afasta as pessoas. Quando ele se torna algo irracional, as chances de você ter surtos, crises, descontrole emocional e físico – barraco mesmo! – e começar discussões com o seu parceiro são enormes. Uma dinâmica dessas faz mal a todos e não se sustenta por muito tempo.

Com esse tipo de atitude, você alimenta inseguranças, tira a liberdade do casal e planta dúvidas sobre o que realmente sentem um pelo outro, o que não deveria existir quando você está em um relacionamento.

Dica: se você é uma pessoa naturalmente possessiva, deve questionar a confiança que tem no seu parceiro. Em um relacionamento, a confiança deve ser máxima, se não vira algo insustentável.

É claro que você pode passar por algum episódio que desperte o seu ciúme, mas, nestes casos, respire fundo, saia do local ou chame o seu companheiro para um canto e mostre que você não gostou daquilo, afaste-se, reflita consigo mesma.

Tudo a fim de evitar uma cena em público ou tomar uma atitude que constranja os outros antes que tudo tenha se esclarecido – lembre que você também acaba se expondo nessas horas.

erros no relacionamento

3. Fazer contato o tempo todo e demandar muita atenção

As pessoas detestam serem controladas. Passar o dia mandando mensagens, perguntando o que a pessoa está fazendo e ficar chateada quando não tem resposta faz da vida do outro um “inferno”.

O espaço do companheiro precisa ser respeitada. E isso quer dizer que ele provavelmente tem diversos compromissos que o impossibilitam de ficar com o celular na mão o tempo todo respondendo o que ele está fazendo, como está se sentindo, ler a sua piada, tirando dúvidas, etc.

No fim, essa dinâmica se torna irritante e pode passar a imagem de uma pessoa infantil, desequilibrada e carente – nada bom! Assim fica bem claro porque o cara acaba sumindo do mapa.

Dica: a ideia do contato é levar alguma informação para o outro. Isso não significa que você não possa manifestar carinho, mas que, quando as mensagens não são urgentes, devem ser enviadas em horários que você sabe que a pessoa está disponível. Vamos supor que você está em uma reunião de trabalho muito importante com chefes – ou que está dirigindo na estrada – e de repente começa a receber mensagens de “o q vc tá fazendo?” ou “kkkkkk! olha essa piada”.

Obviamente, você não deve nem visualizar as mensagens. Passada meia hora, vêm as ligações de uma pessoa pedindo satisfações e fazendo chantagens emocionais porque foi ignorada. Perceba o absurdo da situação e procure responder como você se sentiria.

Por isso, coloque-se no lugar do outro e imagine as milhares de situações (as reais! Não alimente surtos fantasiosos de ciúmes nesta hora) em que ele pode estar e sempre tenha paciência para receber repostas – homens são geralmente mais desligados e não costumam ver o problema em visualizar uma mensagem e deixar para respondê-la depois.

4. Fazer joguinhos

A sedução é ótima e muito saudável para o relacionamento, mas esses joguinhos emocionais e psicológicos são óbvios e acabam cansando o parceiro. Isso inclui tentar fazer com que a outra pessoa sinta ciúmes de você, fazer de tudo para mostrar o quanto você é desejada por outros homens, ficar se reafirmando o tempo todo ou ignorá-lo propositalmente só para seguir aquelas regras que transformam o relacionamento em uma competição para ver quem é superior – sabe? Quando você pensa “se ele demorou para responder, vou demorar também” ou “ele saiu para beber com os amigos, então eu vou dar o troco”.

Dica: não há necessidade nenhuma disso e você pode acabar fazendo papel de ridícula. Se você percebe que seu companheiro faz isso, não caia na armadilha – apenas ignore – porque é de fato muito imbecil (e com isso você acabou de ter mais um dado importante sobre a pessoa que está conhecendo).

Diversos estudos já mostraram que não é a honestidade que afasta os homens, mas o desequilíbrio. Quando você se mostra uma pessoa tranquila e confiante o suficiente para ser você mesma, o seu parceiro a enxerga como uma pessoa autêntica e, consequentemente, desenvolve mais respeito por você.

5. Egocentrismo

Ok! Esta é óbvia: ninguém atura uma pessoa egocêntrica. Mas o que acontece é que muitas vezes mandamos sinais de como somos auto centrados e não percebemos porque estamos muito ocupados – adivinha! – mergulhados em nós mesmos. Então o que você pode estar fazendo para mostrar para a pessoa que você está ocupada demais com você mesma para dividir seu tempo com ela?

– Você está com ele e vive com o celular na mão respondendo mensagens, tirando selfies ou mexendo no Facebook: você não só está dizendo ao seu companheiro como ele é desinteressante, mas também que você está muito ocupada cuidando do resto da sua vida social e virtual para prestar atenção nele;

– Você é muito auto referente durante uma conversa: vocês estão batendo um papo casual e falando sobre coisas da vida, mas a conversa sempre volta para você e o que você viveu/viu/achou. Isso acontece bastante quando duas pessoas estão se conhecendo e querem descobrir o que têm em comum, mas se acontece toda vez… é sinal de egocentrismo!

– Invadir a privacidade dele por motivos frívolos e que só dizem respeito a você: ligar para ele no meio do trabalho para perguntar onde fica aquele restaurante ótimo que vocês foram outro dia e você está querendo indicar para suas amigas ou ficar pedindo mil favores bobos.

– Nunca ceder: todos os passeios e encontros são onde e do jeito que você quer e vocês só fazem o que você gosta. Se você nunca tinha percebido isso, cuide porque parece estar completamente absorta em si mesma.

6. Criticismo e amargura

De maneira geral, essas não são as qualidades mais desejadas em uma pessoa com quem você passa muito tempo. O criticismo diz respeito não só à sua postura em relação ao amante, mas a todo o resto também. Se você gasta o verbo para tecer muitas críticas e julgar os outros, passa a impressão de uma pessoa invejosa, amargurada e até prepotente – além de ser uma companhia extremamente desagradável.

Pior ainda é se o seu companheiro é o principal alvo de suas críticas. Assim você só está mostrando a ele que não o acha “bom o suficiente” e que ele deveria mudar para ser aceito.

Pois bem, se ele tiver um mínimo de autoestima, vai chegar à conclusão que não deseja sacrificar tudo o que gosta em si mesmo para manter um relacionamento com uma pessoa que vive a criticar tudo.
Dica: vá lá…esta não é difícil! Pelo contrário, mudar essa postura vai ajudar mais si mesma do que os outros. É muito infeliz gastar energia para esmiuçar tudo a sua volta e então fazer críticas.

Exercite o relaxamento e deixe que as pessoas vivam do jeito que bem entendem, foque nas coisas boas ou no que você deseja melhorar em si mesma. Agora, existem soluções mais práticas caso os seus problemas sejam simples como não gostar das roupas do companheiro: em comemorações, compre roupas para ele; elogie! Sugira que determinada peça ou cor fica bem nele. A ideia é estimular ou reforçar um hábito de maneira sutil e positiva.

Se não funcionar, respeite a individualidade do seu parceiro. Afinal, você não escolhe estar com alguém só por causa do estilo dele.

erros no relacionamento

7. Desleixo

Mesmo que o seu estilo seja básico, mantenha-se fiel a ele (e a si mesma), só que sem abandonar a ideia de estar arrumada quando for encontrar o companheiro.

A pessoa desleixada passa a mensagem “não estou nem aí para você ou para mim mesma” e carrega consigo uma energia negativa que acaba repelindo a pessoa amada.

Dica: Para resolver isso, não é preciso “montar” em um salto 15, entrar num vestido tubinho ou passar quilos de maquiagem se você não se sente confortável com nenhuma dessas coisas.

“Estar arrumada” é mostrar que se preparou para o encontro e que se importa com o outro o suficiente a ponto de se produzir e estar se sentindo bem consigo mesma, seja usando uma roupa que você adora e a faz se sentir super segura de si, passando seu perfume favorito, caprichando no banho, fazendo um penteado diferente, etc.

De certa forma, você acaba passando a sensação de que aquela é uma ocasião especial (a mesma que temos quando nos arrumamos para uma festa ou vamos a algum lugar que gostamos muito), o que ajuda a manter a paixão no relacionamento.

8. Ser alguém que você não é

E aí você se descobre apaixonada por um cara que é rockeiro e você nunca sequer ouviu falar de AC DC ou Led Zeppelin? Na hora que ele perguntou é melhor dizer que adora, certo?

Claro que não. Independente do gosto ou tribo à qual seu companheiro pertença, mentir ou fingir que é uma coisa só porque acha que vai agradar é cilada na certa!

Primeiro porque você vai se sentir muito desconfortável na sua própria pele quando se pegar usando roupas que não têm nada a ver com seu estilo ou indo a shows de bandas que não gosta.

Segundo – e mais importante – é que “toda mentira tem perna curta”. Imagine quando a conversa começa a desenrolar e você fala uma besteira sem tamanho sobre o tal do artista que você “adora”? Flagrada na mentira. E, acredite, o clima fica muito constrangedor quando a pessoa descobre que você mentiu sobre algo só para agradá-la.

Dica: você não precisa ser do mesmo jeito que seu amado ou gostar de todas as coisas que ele gosta para agradá-lo. Pelo contrário, o fato de vocês serem diferentes é ótimo, reforça a individualidade e abre um mundo de novas possibilidades, basta que você mostre isso ao parceiro.

Por exemplo, vamos voltar ao cenário inicial: você apaixonada por um rockeiro e ele questionando seu conhecimento sobre alguma banda – da qual você nunca ouviu falar – que ele obviamente adora.

Neste caso, o legal é dizer “não conheço, você tem aí para a gente ouvir?” e pronto! Você acaba de mostrar magicamente para ele que está aberta a conhecê-lo e fazer parte do mundo dele.

Quando o caso é de você simplesmente não gostar da banda, atenha-se à verdade – mas seja educada, do tipo “aahh…não sou muito fã do som deles! Gosto mais de (insira nome de banda idolatrada aqui)”.

E isto serve para todas as variantes desse caso, porque, na hora da conquista, quanto mais autêntica e segura você estiver de si mesma, mais atraente fica.

E fique esperta: a maioria das pessoas bacanas não está à procura de alguém idêntico a si mesmo.

9. Dar ultimatos

Os ultimatos são uma maneira rude de colocar uma pessoa contra a parede – no sentido figurado. É um porre aguentar uma pessoa que exige determinadas atitude ou que você faça escolhas o tempo todo. Imagine estar conhecendo alguém e ficar sob uma mira do tipo “e aí? Quando vou conhecer sua família?” ou “você tem que escolher entre eu e continuar bebendo!”.

Não! Ninguém aguenta essa pressão o tempo todo. Até porque, no início de um relacionamento, a ideia é que as coisas sejam leves. Uma pessoa que dá muitos ultimatos parece muita rígida, mandona e se mostra difícil de conviver.

Dica: o que quer que você deseja dizer, sempre pode ser dito de uma forma sutil e sensata – até as piores notícias.

Então você está afim de um relacionamento sério e, mesmo depois de algum tempo, ainda não dá para saber quais são as intenções do cara? Fale com ele pessoalmente – melhor ainda se deixar para o fim de um encontro super divertido, quando estiverem com as cabeças frias para que você comece a introduzir o assunto e possa questioná-lo sobre o que ele pensa do relacionamento de vocês.

Abra espaço para que ele se sinta à vontade em compartilhar tudo o que sente.

10. Falar muito sobre o(s) seu(s) ex

Mesmo que seja para criticar o ex, trazer esse assunto à tona sempre faz o atual se sentir desconfortável. A mensagem que você passa é que ainda está emocionalmente atrelada àquela pessoa.

Dica: especialmente quando se está conhecendo alguém, evite falar em relacionamentos passados – a menos que ele traga esse assunto para a mesa e faça perguntas sobre seu passado amoroso. No entanto, evite entrar em muitos detalhes ou pode passar a impressão de que sente falta daqueles momentos com o ex-namorado e que sempre fará comparações entre os relacionamento antigos e os novos.

erros no relacionamento

11. Infantilidade

Isso não tem nada a ver de gostar de coisas fofas ou assistir aos filmes da Disney, mas com agir de forma imatura, mimada e deixar de lado a própria sexualidade.

Quando nós não nos enxergamos como mulheres independentes, belas e seguras de si, a chance de nossas atitudes beirarem a infantilidade são enormes. Ninguém entra em uma relação para bancar o pai ou a mãe da outra pessoa.

Uma pessoa que age assim costuma querer as coisas sempre do jeito dela, fazem “birra”, tratam a sexualidade como algo secundário em um relacionamento, são bastante inflexíveis, carentes, dependentes e pouco tolerante. Ou seja, é uma pessoa insuportável e afasta todos!

12. O desequilíbrio de energias

Este é o começo daquele insight de quando você percebe um padrão de comportamento entre os homens com quem você se relaciona. A terapia acquântica – simplificadamente – explica como nós carregamos energias que se constroem a partir da nossa natureza e refletem na forma como agimos.

Dessa forma, uma pessoa de natureza generosa, que sempre põe os outros à frente de si mesma, tem uma predisposição a se envolver com pessoas egocêntricas por conta da complementaridade das energias dos dois. Os padrões energéticos desequilibrados se encaixam perfeitamente, como duas peças de um quebra-cabeças. Depois de um tempo, essa instabilidade energética se reflete na vida do casal de modo a “aumentar o abismo” entre os dois e reforçar seus comportamentos naturais.

Por fim, a pessoa doadora acaba sobrecarregada pelas demandas do outro, enquanto seu parceiro passa a enxergá-la como alguém frágil, dependente e carente.

Quando o relacionamento atinge esse estágio, cada um passa a se ver como uma vítima do seu respectivo parceiro.

Dica: na perspectiva da teoria da teraía acquântica, quando um dos amantes percebe o potencial de aprendizado no relacionamento, a situação do casal começa a caminhar para o equilíbrio das energias. Assim, o altruísta começa a voltar-se para si mesmo e acaba ficando mais egoísta, enquanto o egocêntrico passa a precisar ser mais generoso e enxergar a necessidade de olhar para o parceiro.

13. Muito orgulho e medo da rejeição

Quando você fica esperando que só o outro tome a iniciativa e sempre coloca o amor dele à prova. O medo de se envolver e acabar com o coração partido a torna uma pessoa fria e distante ou então insegura e muito controladora. Qualquer um desses comportamentos afasta o companheiro.

As pessoas assim geralmente sofreram ou foram rejeitadas em relacionamentos anteriores, têm muitas ressalvas em relação ao amor, possuem a necessidade de se mostrar no controle da situação e costumam desacreditar todas as atitude do outro.

Dica: questione-se e procure perceber se há algum medo em você. Aceite este sentimento para, só então, tentar superá-lo. Tenha em mente que todas as pessoas no mundo estão sujeitas a terem o coração partido e, por mais dolorida que seja a sua história, ela não é a única.

E por fim, nada a impede de ser muito amada. Tente viver a realidade de forma honesta, leve e alegre para se aceitar e sair dessa posição defensiva. Se for o caso, procure a ajuda de profissionais ou de amigos e familiares que a amam.

Ser honesta consigo mesma é um passo importante em direção ao amadurecimento. O objetivo deste artigo é mostrar onde você pode estar errando e quais atitudes podem estar condenando a sua vida amorosa.

Por isso queremos que você tome as rédeas.

O texto é uma reflexão que busca promover o auto conhecimento, instigar as mudanças como forma de evolução pessoal e melhorar os relacionamentos interpessoais – não só os amorosos.

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