É fácil mergulhar no mar de inseguranças e paranoias que surgem quando começamos a ficar com alguém. Por isso criamos uma lista com dicas de como vencer a insegurança que vão te ajudar a superar essa fase!

Ahhh…os tempos modernos! Telefone, televisão, computador, inteligência artificial, iPhone, Facebook, eBooks e a FICADA. Sim, a ficada! Termo que criaram para definir o que é praticamente indefinível: quando, a partir de um determinado episódio da história, alguém resolveu chamar de “ficar” o interesse amoroso entre duas pessoas, que decidem se conhecer sem que isso signifique que elas mergulharam em um namoro logo de cara. Quer dizer, é algo que segue mais ou menos essa linha de raciocínio.

A questão é que a ficada se popularizou em tempos que nós ainda desfilávamos com nossos MP3 players e o então casal Justin Timberalke e Britney Spears traçavam metas de relacionamentos para uma legião de adolescentes. Pois nós conseguimos evoluir e superar (saudades #JusNey) todo o resto, só não as ficadas. Desde Narciso, todo e qualquer mortal está sujeito a perder o sono (se já não perdeu) sofrendo pelo crush.como vencer a insegurança

Quanto mais tempo nós “ficamos” com uma pessoa, maior a probabilidade de surgirem dúvidas e inseguranças sobre o relacionamento. Ouso dizer que a ficada pode ser encarada de diversos ângulos e assumir diferentes significados, que dependem das pessoas que estão na relação e do momento que cada uma delas vive.

E que é  por conta dessas variáveis que a maioria das pessoas algum dia já atravessou esse “limbo” dos relacionamentos se perguntando “o que ele sente por mim?” ou “o que acontecerá com nosso relacionamento daqui para frente?”. O problema é que existem inúmeras respostas para essas perguntas.

Ficar com alguém tem a ver com abrir possibilidades e conhecer o outro – e as pessoas não são exatas. É como se fosse uma versão piloto de um relacionamento, com a diferença de que as regras da ficada costumam ser bem mais flexíveis. Como todo relacionamento, trata-se de um acordo entre as partes, então vale tudo – desde que seja consensual!

Como vencer a insegurança

Agora vamos ao que interessa: se você está angustiada, vivendo tudo que acabamos de descrever, reuni algumas dicas de como vencer a insegurança de pessoas que também já passaram por isso #tamojunto para ajudar a superar esse momento e acabar de vez com a sofrência.

1. Tenha bem claro o que você quer para si mesma! Seja franca consigo mesma e reflita sobre o que você quer da outra pessoa também. Talvez você se surpreenda e descubra que agora é o seu momento de curtir a vida de solteira ou que um relacionamento com aquele parceiro pode atrapalhar outros planos que você tem como prioridade.

2. Se você chegar à conclusão que quer um relacionamento, tenha certeza que o quer por ser com aquela pessoa e não como uma alternativa para a sua rotina atual. A realidade é muito mais que “estilo de vida de solteira vs. estilo de vida de casada” e você não vive em uma lista do Buzzfeed, então não caia nos discursos cheios de lugares comuns.

3. Seja direta e franca. Sem rodeios. Ao invés de ficar sofrendo, stalkeando o ficante e se perguntando “por que ele estava online agora e não veio falar comigo? Com quem será que ele estava falando? Com certeza ele fica com outras” (sim, todo mundo tem esses surtos!) nada impede que você aborde a pessoa e pergunte o que ela está achando dos encontros ou que você compartilhe com ela o que você pensa e algumas – não precisa ser todas – inseguranças suas. A ideia é que seja uma aproximação sutil, objetiva e centrada, o que nos leva ao próximo tópico!

4. Nada de ultimatos! Sem “comigo é desse jeito ou não é” ou “qual é a sua?”. Colocar uma pessoa contra a parede gera um clima desconfortável. Além disso, as pessoas são imprevisíveis quando se sentem acuadas e podem partir para um contra-ataque. Como a iniciativa foi sua, a ideia é que a conversa não vire uma discussão, mas que o outro se sinta à vontade para compartilhar como ele se sente. Procure ter essa conversa quando estiver tranquila e ambos de cabeça fria.

5. Respeite o que for dito. Ou seja: não fique chateada com a pessoa caso ela não tenha sentimentos recíprocos. Também nada de querer distorcer os discursos ou ficar divagando sobre o que você acha que a pessoa quis dizer. Se ficar alguma dúvida, trate de perguntar na hora.

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6. Não se martirize. Independente do que teve como resposta, você não é a culpada. Nessas horas, inúmeros fatores influenciam as impressões que a outra pessoa tem sobre você e o que ela sente, mas você não é responsável por todos eles. Nessa hora só cabe aceitar que o relacionamento pode não ter dado certo e partir para a próxima.

7. Caso os dois tenham objetivos diferentes: reflita. Você não tem controle sobre o que a outra pessoa sente e tem que aceitar a ideia de não conseguir mudar todas percepções de mundo dela. Mesmo que estejam na mesma página quanto ao que sentem um pelo outro, entrem em consenso sobre os próximos passos do seu relacionamento.

8. Não tenha medo de ficar solteira. Se perceber que há necessidade de romper o relacionamento, não pense duas vezes. É comum confundirmos estar solteira com ser solitária – só que são coisas bem diferentes.

9. Deixe as redes sociais de lado. Esta dica vale para qualquer momento que você esteja se sentindo insegura ou estressada: as redes sociais são uma espécie de tortura psicológica quando você quer relaxar. Tudo o que alimenta a nossa ansiedade e milhares de informações pulam na nossa frente em um só lugar.

Quando você quer se alienar de alguma coisa (ou alguém), deve se desligar – literalmente. Neste caso específico, deixe de seguir a pessoa e os amigos dela no Facebook, procure se distrair com páginas de humor ou assuntos que você gosta e torne suas visitas às redes sociais menos frequentes.

10. Saia de casa e procure seus amigos. Interaja com as pessoas e conecte-se com o lugar onde você está. Permita-se curtir um passeio sem o celular na mão. Estar cercada por pessoas que nós gostamos é altamente terapêutico. O tempo passa voando quando o telefone fica na bolsa e a sua mente consegue absorver tudo o que você está vivendo naquele momento.

Quanto mais pessoas em um lugar, mais disperso fica nosso cérebro, o que evita que a gente caia na cilada de dissecar mentalmente todo o comportamento da pessoa com quem você tinha – ou mantém – um relacionamento.
como vencer a insegurança

Você provavelmente conhece alguém – ou já foi este alguém – envolvido com uma pessoa ou em uma relação que a deixava angustiada, sofrendo e acabava com sua autoestima, mas, ainda assim, continuava naquele estado. Nos momentos de crise e ruínas, nós tendemos a culpabilizar sempre o outro, quando, na verdade, somos os principais responsáveis pelo estado que nos encontramos porque nós aceitamos estar neles.

Estar em um relacionamento ruim e não tomar uma atitude é como estar em um bote furado, a poucos metros da praia, esperando os salva-vidas chegarem. Dentro do bote estão: você, um baú que lhe pertence, seu companheiro, o baú dele e duas boias.

O bote vai afundando lentamente e vocês dois, de mãos dadas, ficam assistindo o casco desaparecer na água. Angustiada, você sofre por estar naquela situação. Em vez de sugerir se livrarem de seus pesados baús para ganhar tempo na espera da guarda costeira, nadarem até a praia ou simplesmente abandonar o bote com suas boias – seguindo cada um para um lado, você fica parada ali, imóvel! Frente a frente com seu amado, apática, muda e extremamente aflita.

Gostaria que tudo o que eu escrevi neste artigo a instigasse a tomar as rédeas da sua vida. Responsabilize-se por si mesma e exercite sua confiança. Todo sofrimento gratuito transforma nós mesmos em nossas maiores inimigos. Reaja e busque sua felicidade!

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